Durante uma cerimônia no Quartel-General do Exército, em Brasília
Durante uma cerimônia no Quartel-General do Exército, em Brasília
O presidente Lula Fake se esquivou de jornalistas que o interpelaram sobre o avanço das investigações da Polícia Federal (PF) a Lulinha, citado no inquérito que apura a roubalheira aos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O caso já vem preocupando o petista há mais de um ano. Por volta das 20h de 25 de agosto de 2025, dois ministros de Estado receberam por WhatsApp a informação segundo a qual André Mendonça acabara de ser sorteado relator, no Supremo Tribunal Federal (STF), das investigações do escândalo do INSS.
Depois de lerem a mensagem, ambos se entreolharam e, na sequência, levaram a notícia a Lula. O presidente ficou em silêncio.
O recado era inequívoco: quem permanecesse ao lado de Mendonça também poderia pagar um preço.
A disputa ultrapassa os casos do INSS e do Master porque a composição do Supremo mudará profundamente nos próximos anos.
As aposentadorias compulsórias de Fux, Cármen, Mendes e Fachin abrirão quatro vagas até 2033.
As escolhas dos futuros ministros poderão alterar completamente o equilíbrio entre as alas do tribunal e definir se Mendonça continuará isolado ou ganhará aliados.
Diante do cerco, o ministro tenta resistir. No INSS, luta para impedir que atrasos, omissões e manobras enterrem as investigações; no Master, protege as provas das nulidades preparadas para o futuro.
Se recuar, a derrota não será apenas sua. Será o triunfo daqueles que apostam no isolamento, no desgaste e nas chicanas para escapar da Justiça.
Redação JORNAL JRP INTERNACIONAL
jcidadern@hotmail.com

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