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Durante uma cerimônia no Quartel-General do Exército, em Brasília

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 Durante uma cerimônia no Quartel-General do Exército, em Brasília  O presidente Lula Fake se esquivou de jornalistas que o interpelaram sobre o avanço das investigações da Polícia Federal (PF) a Lulinha, citado no inquérito que apura a roubalheira aos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).  O caso já vem preocupando o petista há mais de um ano. Por volta das 20h de 25 de agosto de 2025, dois ministros de Estado receberam por WhatsApp a informação segundo a qual André Mendonça acabara de ser sorteado relator, no Supremo Tribunal Federal (STF), das investigações do escândalo do INSS.  Depois de lerem a mensagem, ambos se entreolharam e, na sequência, levaram a notícia a Lula. O presidente ficou em silêncio.  O recado era inequívoco: quem permanecesse ao lado de Mendonça também poderia pagar um preço.  A disputa ultrapassa os casos do INSS e do Master porque a composição do Supremo mudará profundamente nos próximos anos. ...

Redação: segunda feira,31,agosto de 2026, Parnamirim -RN Avenida Paulo Afonso, Passagem de Areia, Parnamirim - RN

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 JORNAL JRP INTERNACIONAL  Ético sério e do povo Brasileiro  jcidadern@hotmail.com Redação: segunda feira,31,agosto de 2026, Parnamirim -RN Avenida Paulo Afonso, Passagem de Areia, Parnamirim - RN As obras em Parnamirim (RN) frequentemente enfrentam atrasos e paralisações devido a dívidas de gestões anteriores, travas burocráticas e problemas com repasses ou regularizações contratuais herdados. Os principais motivos que explicam a demora na conclusão de projetos no município envolvem:Dívidas administrativas e fiscais: O município acumulou débitos milionários (como multas trabalhistas de períodos anteriores) que dificultam a obtenção de certidões negativas de débito, impedindo novos financiamentos e repasses federais ou estaduais essenciais para tocar os canteiros de obras.Transições e abandono de gestão: Vários projetos iniciados em administrações passadas — a exemplo de praças, complexos esportivos e saneamento — perderam o ritmo ou foram paralisados por falta de continu...
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 A associação ATAP/RN não está precisando de recursos para montar uma cozinha comunitária para atender família de baixa renda. 30 de agosto: Se você está no Brasil, leia isto antes que seja tarde. Você merece uma explicação, por isso, não pule esta leitura de 1 minuto.  É domingo, 30 de agosto. Nossa campanha de captação de recursos vai acabar em breve, e talvez a gente não consiga atingir nossa meta.  Se você já perdeu as contas de quantas vezes acessou ao site da associação ATAP/RN este ano, esperamos que isso signifique que ele tenha lhe proporcionado conhecimento equivalente a pelo menos R$ 15. Se todas as pessoas que viram esta mensagem doassem R$ 15,00 ou mais! atingiríamos nossa meta em poucas horas. Após 18 anos, a ATA/RN continua sendo a internet que nos prometeram – feita por pessoas, não por máquinas. Ela não é perfeita, mas não existe para impor um ponto de vista. É administrada por uma organização sem fins lucrativos, não por uma empresa gigante de tecnologia...

Governo de Ladrões que usa a máquina para roubar gado do trabalhadores rurais do Amazonas

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Mais de 550 cabeças de gado foram tiradas de uma área durante uma operação de fiscalização.  Centenas de animais, caminhões, equipes no chão e apoio aéreo.  Para quem vive da pecuária, é impossível olhar uma cena dessas sem pensar imediatamente no tamanho do investimento que está ali. Mas existe um detalhe que muda completamente a história.  Os animais estavam na Ilha do Bananal, em uma região que envolve áreas protegidas, terras indígenas e locais considerados ambientalmente sensíveis.  Segundo os órgãos responsáveis, a criação de gado naquele espaço era irregular.  Ou seja: para a fiscalização, não era simplesmente uma propriedade produzindo; era uma atividade ocorrendo em um território onde existem regras específicas de proteção. E aí aparece a parte que deixa o assunto complicado. 550 cabeças não são pouca coisa.  Tem dinheiro investido, manejo, alimentação, transporte, reprodução e todo o trabalho envolvido na criação.  Para quem olha de fora, pod...

Comprar um carro no Brasil pesa no bolso, mas o custo não termina quando o veículo sai da concessionária

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   Comprar um carro no Brasil pesa no bolso, mas o custo não termina quando o veículo sai da concessionária. Um leitor resumiu a indignação com a carga tributária sobre os automóveis: “Quase metade do preço do carro é imposto e depois paga todo ano para continuar com ele. E se não pagar o IPVA, é boa sorte na próxima blitz.” De fato, a carga tributária sobre carros novos pode representar uma parcela bastante significativa do preço final. Estimativas recentes apontam que, dependendo do modelo, motorização e origem, os impostos podem representar entre 30,6% e 48,6% do preço de um veículo nacional.  E depois da compra vem o IPVA, cobrado anualmente pelos estados e pelo Distrito Federal. O valor varia conforme o estado, a alíquota e o valor venal do veículo.  Além dos impostos, o proprietário ainda precisa colocar na conta combustível, manutenção, seguro, pneus, estacionamento e documentação. É justamente essa soma que faz muitos brasileiros questionarem se ainda vale a ...

A distância entre a casa e a escola poderia ter sido um motivo para desistir

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 A distância entre a casa e a escola poderia ter sido um motivo para desistir. Para Janilson Silva dos Anjos, ela acabou se transformando em parte do caminho até um sonho que parecia distante. Aos 29 anos, o indígena do povo Sateré-Mawé conquistou o 1º lugar em Medicina na Universidade Federal do Pará (UFPA), campus de Altamira, pelo Processo Seletivo Especial destinado a candidatos indígenas. O resultado oficial da universidade confirma Janilson na primeira colocação, com nota 9,0 na lista de classificados.  Natural de Boa Vista do Ramos, no Amazonas, ele cresceu em uma família ligada à agricultura e à pesca. Durante a infância, percorria cerca de 8 quilômetros para chegar à escola e, em determinados períodos, enfrentava até a falta de materiais básicos para estudar. Para ajudar a comprar cadernos, lápis e outros materiais, também vendia produtos como banana, farinha e peixe.  Mas a aprovação não representa apenas uma conquista pessoal. Ela também mostra o quanto as opor...

Você paga IPTU mais caro porque o seu imóvel é grande, com a alíquota puxada pela metragem? O STF acaba de decidir que isso é inconstitucional.

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 Você paga IPTU mais caro porque o seu imóvel é grande, com a alíquota puxada pela metragem? O STF acaba de decidir que isso é inconstitucional. O CASO: A cidade de Chapecó (SC) criou uma lei cobrando alíquota de IPTU de 1% para imóveis residenciais com 400 m² ou mais de área construída, o dobro dos 0,5% aplicados aos demais. Um contribuinte questionou, a Justiça reconheceu a inconstitucionalidade, mandou aplicar 0,5% e devolver o que foi pago a mais. A DECISÃO: O STF, por unanimidade, no Tema 1.455 de repercussão geral (tese que vale para todo o país), fixou: é inconstitucional a lei municipal, posterior à EC 29/2000, que fixa a aliquota do IPTU em razão da área do imóvel. Pela Constituição, o IPTU só pode ser progressivo pelo valor do imóvel (ou pelo tempo, na função social), e pode ter alíquotas diferentes por localização e por uso (residencial, comercial, industrial). A área, disse o relator Dias Toffoli, é só o dimensionamento do imóvel, não se confunde com uso nem localização...